Trate a causa, não apenas o sintoma, com cirurgia minimamente invasiva

Do diagnóstico ao pós-operatório, um acompanhamento conduzido com método, clareza e tempo dedicado a cada paciente. Mais de 20 anos em cirurgia digestiva e oncológica.

O que é a cirurgia minimamente invasiva e por que ela muda a sua recuperação

Em vez de um corte amplo no abdome, o procedimento é feito por incisões de poucos milímetros, por onde passam uma câmera e instrumentos delicados. O cirurgião opera com visão ampliada em alta definição.

Na cirurgia robótica, os instrumentos ganham articulação semelhante à do punho humano, e os movimentos das mãos são filtrados eletronicamente, o que favorece o trabalho em espaços estreitos, como a pelve.

Menos trauma nos tecidos costuma significar menos dor, internação mais curta e retorno mais rápido às atividades. A escolha da via aberta, videolaparoscópica, robótica ou endoscópica é sempre individual: depende da doença, da anatomia e das condições clínicas de cada paciente.

Menos dor e menos tempo parado. Mais segurança e previsibilidade.

Incisões pequenas

Acessos de poucos milímetros no lugar de um corte amplo na parede abdominal.

Menos dor no pós-operatório

Menor trauma nos tecidos costuma reduzir a necessidade de analgésicos.

Internação mais curta

Boa parte dos pacientes recebe alta entre 24 e 48 horas após o procedimento.

Retorno mais rápido

Volta às atividades cotidianas em prazo geralmente menor que o da cirurgia aberta.

Precisão em áreas difíceis

Visão ampliada e instrumentos articulados favorecem regiões estreitas, como a pelve.

Você será operado por um cirurgião com mais de 20 anos de prática, pesquisa e ensino.

Com mais de duas décadas de experiência em cirurgia do aparelho digestivo e oncológica, o Dr. Leandro Cardoso Barchi atua em todo o espectro de procedimentos abertos e minimamente invasivos, incluindo videolaparoscopia, cirurgia robótica e endoscopia avançada.

É Mestre e Doutor em Cirurgia Digestiva pela Faculdade de Medicina da USP, com pesquisa em câncer gástrico, e concluiu a pós-graduação em Liderança Cirúrgica pela Harvard Medical School. Une precisão técnica a atendimento humanizado e formação continuada.

É fundador e cirurgião responsável pelo Centro Especializado em Endometriose Profunda do Hospital São Luiz Osasco, da Rede D'Or, onde conduz cirurgias multidisciplinares com as equipes de coloproctologia e ginecologia.

Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), com pesquisa em câncer gástrico.

Harvard Medical School, Massachusetts, Estados Unidos.

Hospital São Luiz Osasco, da Rede D'Or, onde conduz cirurgias multidisciplinares com as equipes de coloproctologia e ginecologia.

Sistemas robóticos da Vinci e Versius, atuando também como proctor na formação de outros cirurgiões.

Cirurgia do Aparelho Digestivo e Coloproctologia na Faculdade de Medicina São Leopoldo Mandic, em Campinas.

Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva (CBCD).

Membro Titular desde 2014 e membro de cinco conselhos editoriais internacionais.

DHP P17067 e DHA 05855238, com atendimento no Brazilian Medical Center, em Doha.

Endereços e horário de atendimento:

Osasco / SP Hospital São Luiz Osasco — Rede D'Or · CEMED Dionísia

Av. Dionysia Alves Barreto, 678 · Vila Osasco · CEP 06086-045

Rede D'Or: 3003-3230
São Paulo / SP Gastromed Instituto Zilberstein

Av. Nove de Julho, 4440 · Jardim Paulista

Telefone: (11) 3082-8000
Doha / Catar Brazilian Medical Center

Atendimento em períodos programados, aproximadamente a cada dois meses.

Consulte as próximas datas
Horário de funcionamento Segunda a sexta, das 8h às 18h
A gente esclarece antes de você ir

Perguntas frequentes sobre a cirurgia do aparelho digestivo

A primeira consulta é dedicada à escuta e à investigação. São revisados o histórico clínico, os exames já realizados e as queixas atuais. A partir daí, define-se a necessidade de exames complementares e, se for o caso, a indicação cirúrgica — sempre discutida em conjunto com o paciente.

Varia conforme o procedimento, a doença tratada e as condições clínicas de cada paciente. De forma geral, técnicas minimamente invasivas tendem a permitir retorno mais rápido às atividades do que a cirurgia aberta, mas o prazo é individual e será estimado na consulta.

Não. A via de acesso — robótica, laparoscópica ou aberta — depende do diagnóstico, do estágio da doença, das condições clínicas e do histórico cirúrgico do paciente. A escolha é feita caso a caso, priorizando segurança e o melhor resultado oncológico e funcional.

Os convênios atendidos variam conforme a unidade. Entre em contato com a equipe pelo WhatsApp informando o seu plano e o local de preferência para verificar a disponibilidade.

Leve tudo o que já tiver em mãos: endoscopias, colonoscopias, tomografias, ressonâncias, ultrassonografias, exames laboratoriais e laudos de biópsia. Relatórios de cirurgias anteriores e a lista de medicamentos em uso também ajudam a montar o quadro completo.

Depende do seu plano de saúde. Alguns convênios exigem encaminhamento ou autorização prévia; em atendimento particular, não é necessário. A equipe orienta sobre o seu caso no primeiro contato.

Os pacientes falam por nós. Veja o que dizem:

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Fui muito bem atendido desde o primeiro contato. O doutor explicou o diagnóstico com calma, mostrou os exames e respondeu todas as minhas dúvidas sem pressa.

JJunior AugustoAvaliação no Google
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A equipe é organizada e atenciosa. O agendamento foi simples e fui recebida no horário marcado, o que para mim fez toda a diferença.

RRoberta da SilvaAvaliação no Google
D Doctoralia

O acompanhamento no pós-operatório foi o que mais me marcou. Tive retorno em todas as consultas e sempre consegui contato quando precisei.

LLuiza AlmeidaAvaliação no Doctoralia
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Me senti seguro em cada etapa. O doutor apresentou as opções de tratamento, inclusive as que não envolviam cirurgia, e decidimos juntos.

JJosé CortezeAvaliação no Google
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Profissional comprometido e humano. Saí da consulta entendendo exatamente o meu quadro e quais seriam os próximos passos.

BBarbara CostaAvaliação no Google